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O Cullinan foi encontrado na África do Sul
e em seu estado bruto, pesava 3.106 ct. Possuía uma superfície
plana, possivelmente uma face de clivagem, dando a idéia
de ser um fragmento de pedra cujo complemento ainda hoje é
avidamente procurado na região.
O Cullinam, além de ter sido um dos maiores
diamantes já encontrados, possuía ainda uma qualidade excepcional.
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Em 25 de janeiro de 1905, Fred Welles, gerente
da área de mineração em Tranvaal encontrou
um brilho na parede da mina: o diamante pesava mais de meio quilo.
O nome Cullinan vem em homenagem ao Sr. Thomas Cullinan, presidente
da Companhia de mineração de diamantes, descoberta
em 1902.
O governo de Transvaal comprou a pedra e presenteou o Rei Eduardo
VII em seu 66º aniversário. A lapidação
do imenso diamante foi confiada a Joseph Asscher & Companhia
de Amasterdã, que tinha lapidado outros conhecidos diamantes.
A pedra foi estudada por 6 meses antes de ser cortada para produzir
o maior número de pedras. Inicialmente, foi partido em dois,
um de 2029,94 ct e outro de 1068,09ct. A primeira parte resultou
em um enorme diamante em foram de gota, o Cullinan I, com peso de
530,20 ct. Ao todo, foi dividido em 9 partes e mais 96 brilhantes
e seu aproveitamento foi de 34,25%, totalizando 1063,60 ct.
O Cullinan I é o diamante com o maior corte do mundo. Chamado
também de Grande Estrela da África.
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